Em dia de greve dos aeroviários e aeronautas, 39 voos são cancelados pelo País
Por Redação Publicado 22 de janeiro de 2015 às 10:55hs

Paralisação durou das 6h às 8h, segundo sindicato

Aeroviários e aeronautas realizam uma paralisação de duas horas na manhã desta quinta-feira (22) em diversos aeroportos do País. A mobilização teve início às 6 h e se encerrou às 8h.

Ao todo, entre a meia noite e as 8h, 39 voos haviam sido cancelados, segundo balanço dos principais aeroportos do Brasil. Das 478 partidas previstas nos aeroportos administrados pela Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária), 36 haviam sido cancelados, 7,5% do total. Outros 87 estavam atrasados, 18,2% do total.

O aeroporto mais afetados até o momento é o de Congonhas (SP), com 65% dos voos atrasados ou cancelados. Dos 37 voos previstos, 24 encontram-se com problemas. No Rio de Janeiro, o Santos Dummont, oito voos foram cancelados e mais sete estavam atrasados até as 8h.

No aeroporto de Viracopos, em Campinas(SP), oito voos foram cancelados no período. Em Brasília, três foram cancelados e mais quatro estavam atrasados.

No aeroporto internacional de Guarulhos (SP), entre as 6h e 7h, das 18 partidas programadas, dez registraram algum tipo de atraso, e nenhuma foi cancelada.

Ainda segundo a Infraero principal administradora aeroportuária do País, não há registro de tumultos nos aeroportos sob sua responsabilidade.

Mobilização

A categoria reivindica um reajuste de 8,5% nos salários e outros itens econômicos. Também é pleiteado um piso para profissionais de check-in, os quais, como descreve o sindicato, “têm salários muito baixos, apesar de sua alta qualificação”. As empresas oferecem um reajusta de 6,5% nos salários, 2% abaixo do que pede a categoria.

Às 15h a categoria realizará uma assembleia para definir se a greve continuará nesta sexta-feira (23) ou se haverá uma suspensão das atividades.

Em reunião nesta semana, o TST (Tribunal Superior do Trabalho) determinou que ambas as categorias mantivessem ao menos 80% do pessoal trabalhando durante a paralisação.

Consultada , a Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas) relatou ainda não ter um balanço da greve.

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